sexta-feira, 14 de março de 2014

5 dicas de economia para sobreviver a uma situação de crise.



Olá,

Sou mais uma sobrevivencialista nesse barco e quero compartilhar com vocês quais são as minhas práticas e aprendizados (sim!!! ainda tenho muito para aprender) e como adquiri uma consciência ‘Sobrevivencialista’.

Quando se fala de sobrevivência, muita gente logo se imagina ‘perdido na selva’ e num primeiro momento poucos relacionam o tema, como por exemplo, com a perda de um emprego, um caso de doença que torna incapaz o arrimo de família ou a qualquer outro imprevisto.

Comigo não foi diferente. Conheci o sobrevivencialismo em condições financeiras adversas e desde então a prática se tornou uma constante, mesmo que ainda me sinta como mera coadjuvante neste grande cenário.


Com duas crianças pequenas em casa, além de ser esposa de Sobrevivencialista, conhecer mais sobre o tema além de praticá-lo, me dá uma margem de segurança para saber que meus filhos terão o mínimo de respaldo diante de algum imprevisto. Aqui, pretendo mostrar para vocês como contribuo com a prática em casa – da busca de soluções caseiras, economia doméstica e preparação até a aprendizagem de técnicas mais específicas e o uso correto de equipamentos.

Espero que o meu ponto de vista feminino e o pouco da minha experiência contribuam de alguma forma, para vocês que acompanham o GS, minha primeira postagem será sobre dicas de economia, espero que gostem!


5 dicas de economia para sobreviver a uma situação de crise


Sim, economizar muitas vezes ou para muitos pode ser uma questão de sobrevivência. Transformar pequenas atitudes em hábitos do dia-a-dia podem fazer diferença no orçamento doméstico.

Numa situação adversa, deixar de usufruir de alguns benefícios, deixa qualquer um desmotivado e para sobreviver, nada melhor do que estar com a cabeça ‘boa’. Por isso, poupar é uma tarefa que deve ser realizada em conjunto e todos os moradores da casa devem compartilhar do mesmo objetivo.

Com certeza você já ouviu falar sobre tudo isso, mas e aí, já deu o primeiro passo? Abaixo listo por onde começamos aqui em casa:


1-      1- Conscientize, ensine e seja o exemplo
Se você tem filhos, comece ensinando-os porque é importante poupar. Explicar os motivos da economia e mostrar o destino do dinheiro poupado pode ser um fator motivador.
Numa situação adversa seus filhos não sofreram tanto o impacto do ‘não ter’. afinal dinheiro não dá em árvore. 


     2-  Compre apenas o necessário
Evite comprar por impulso ou ir ao mercado ou à feira com fome. Faça um planejamento ou uma lista, pesquise os preços e compre realmente o que for necessário. Na hora de passar pelo caixa, você vai sentir a diferença no bolso.
E lembre-se: compras de última hora ou por conveniência são sinônimos de despesas a mais.
3-      3 - Corte gastos
Poupe, você não sabe o dia de amanhã. Pequenas mudanças podem representar grandes economias. Experimente conhecer as taxas das operadoras de telefone e aproveite os horários onde as tarifas são menores, utilize lâmpadas fluorescentes que consomem menos energia e duram pelo menos quatro vezes mais que as incandescentes. Desligue equipamentos eletrônicos quando não estiver utilizando, feche a torneira ao escovar os dentes ou ensaboar a louça e na hora de comprar roupas, de preferência para tecidos que não precisam ser passados.

4-      4 - Busque a autossuficiência
Ou parte dela! Mesmo em casas pequenas ou apartamentos é possível aproveitar espaços, utilizar vasos e garrafas pets para manter uma pequena horta. Além de economizar na feira da semana, é uma tarefa gostosa e que pode ser realizada junto com as crianças. 


5-      5 - Evite o desperdício
Em épocas de vacas gordas, não é difícil nos esquecermos de evitar os desperdícios, mas quando a coisa aperta, não adianta chorar o leite derramado. Por isso uma das lições mais importantes aqui é criar o hábito de economizar.
Sempre que possível, utilize cascas e sementes de vegetais que além de gostosos são ricos em vitaminas ou faça uma compostagem e use para adubar a sua pequena horta. Papéis, latas e embalagens podem se transformar em utensílios e brinquedos, além de reciclar a confecção das peças proporciona uma boa diversão para as crianças.

A conscientização e o hábito são o primeiro passo para a economia, sobretudo doméstica. Aos poucos você vai perceber os resultados e pode aproveitar essa diferença para ter um fundo de provisões, comprar equipamentos ou até mesmo fazer aquela viagem que há tempos vem adiando.

Conhece mais dicas? Deixe nos comentários, assim todos podem ampliar suas experiências.

D. Batatinha.

Nota do editor: D. Batatinha é Administradora de empresas, dona de casa, mãe o Will e do Léo, esposa do Batata e agora colunista do Guia, trazendo um olhar feminino sobre as estratégias de preparação. Atira melhor que eu... bate mais forte que eu... cozinha melhor... é mais habilidosa com pessoas...

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