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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Raposa X Colt 1911 - Mulheres atiram melhor que homens?


Será mesmo que mulheres atiram melhor que homens?




Dona raposa encarou uma colt 1911 cal. 45 pela primeira vez, e o resultado foi humilhante!!!!


terça-feira, 12 de maio de 2015

Armaduras e o controle do estado.

Quando se fala em armaduras logo vem a mente a época medieval com cavaleiros e suas couraças brilhantes, mas as blindagens pessoais começaram a ser usadas muito antes disso e estão longe de serem abandonadas, Nesta postagem falaremos um pouco sobre este importante recurso de proteção para quem espera enfrentar problemas.


Resistir ao impacto direto de uma munição calibre 7,62 disparada de um Fuzil Ak 47 não é algo tão difícil de conseguir, Basta colocar uma placa de aço balístico no caminho, é isso que fazem a maioria dos soldados ao redor do mundo quando usam seus coletes balísticos.
Capacetes de Kevlar, placas de aramida e cerâmica, óculos de policarbonato, perneiras e joelheiras de fibra de carbono, carbon 10 e os mais variados tipos de aço ultra resistentes são o que há de mais atual na categoria de armaduras pessoais.


sábado, 12 de abril de 2014

ESGRIMA, uma opção para defesa pessoal.


Muitos sobrevivencialistas estudam com afinco métodos de defender a sí e suas preparações, embarcam em teorias e metodologias tidas como infalíveis, adotam treinamentos quase místicos. Quando pensam em "armas brancas" a coisa vai ainda mais além. Acontece que preferem não olhar pra trás, ou simplesmente ignorar épocas onde, de fato, a coisa era resolvida na mão. As armas de fogo aposentaram as bestas, arcos e as espadas... da mesma forma que as rapieiras, sabres e floretes aposentaram as espadas longas e foi com este tipo de laminas que esta fase da humanidade terminou. Ops! Eu disse que terminou? ...

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Nyx - Faca tática de sobrevivência


A NYX é uma faca tática de sobrevivência, um belo projeto criado em parceria com o Guia e a cutelaria Colldrix.  Legal, mas que diabos é uma faca tática de sobrevivência? Nesta matéria, apresentaremos a NYX e explicaremos um pouco deste conceito.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Como iniciar na arqueria. (Postagem rebelde)


Você assiste vídeos no YouTube e acha muito legal ver as flechas dando aquelas  puta bicadas de aço no alvo e sonha com a experiência, mas, quando resolve pesquisar quase infarta com o preço ou as criticas a equipamentos mais viáveis, parte para o artesanal e percebe que é uma enorme trabalheira produzir um arco ou crossbow funcional, e pior ainda, sem testar um produto industrial de desempenho conhecido, nunca saberá se a sua criação é boa ou não. Meu amigo, esta postagem é pra você.


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

6 armas primitivas que foram modernizadas.


Acho que todos que seguem o guia, em algum momento se depararam com nossa série de postagens que oferecem algumas opções de escolha sobre temas variados, esta não foi diferente, em cada comentário uma dose de paixão, critica e até uma fúria guerreira aflorada pelo tema. Então, resolvi listar algumas destas armas primitivas que o homem continuou aprimorando, com tecnologia ou novas tecnicas de uso.


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Vivendo atrás das linhas inimigas.

Na semana que nasceu o Léo, e foi uma baita correria de idas e vindas, porém, a preocupação que não me deixava dormir serviu para colocar a leitura em dia e lí coisas bem interessantes, como um velho livro chamado "stronghold" e "O Cerco", o que me levou a uma velha apostila de história e estratégias militares.
O que nos leva ao tema de hoje, que é sobreviver sob cerco, ou sitiado em um bunker.


Quando eu falo sitiado não estou me referindo a um monte de gente armada estacionada fora dos perímetros esperando pra lutar com quem esta dentro, penso em perigos no geral, como um meio ambiente hostil, locais contaminados, agentes biológicos ou qualquer outro risco, como um distúrbio civil que deixariam as ruas um inferno ou até uma guerra,  enfim, quaisquer circunstâncias que exijam que o sobrevivencialista esteja em cheque, fechado na segurança de seu abrigo preparado.
 Não tem como não viajar no tempo para a época dos grandes castelos medievais, soberanos sobre vilas e cidadelas, preparados para resistir por muito tempo ao assédio inimigo ou simplesmente vender muito caro sua posição.
Mais que uma posição defensiva, o grande problema que existia na época para os que tentavam conquistar uma área protegida por um castelo era a projeção de poder, se um castelo fosse simplesmente ignorado, tinha recursos para despejar uma força considerável de homens armados e bem alimentados atrás das linhas inimigas e assim romper linhas de abastecimento e logística ou simplesmente engrossar fileiras e servir como uma bigorna, esmagando os invasores contra o malho de uma força opositora que barrem seu caminho.
Castelos tinham que cair.

Os tempos mudaram, a ciência e o desenvolvimento afetaram drasticamente a forma que os humanos fazem guerra, se protegem ou traçam suas estratégias de sobrevivência, porém, mesmo nos exércitos mais poderosos e tecnológicos os castelos perduram, hoje são chamados de quartéis e bases militares, muitos ainda mantém grossas muralhas e abusam do aço e concreto, outros são abertos, amplos, defendidos por muitas mãos e armas e o mais terrível tipo de castelo é aquele que afunda nas entranhas da terra ou simplesmente "não existem", bases secretas cheias de segredos.

Algum esforço deve ser feito para que certas preparações sejam descobertas e vencidas e centenas de possibilidades analisadas, a maior verdade é que não existem fortalezas inexpugnáveis, TODAS podem ser vencidas, o problema é a força necessária para isso, algumas caem com uma marreta e talhadeiras, outras precisam de um pequeno exército e para algumas são necessárias algumas ogivas nucleares nos lugares certos ou um terremoto de partir a terra ao meio.

Vamos agora pensar um pouco, vamos falar do sobrevivencialista tipicamente urbano que é especialista neste ambiente, sim meus caros, o nativo das grandes urbes também se adapta aquele sistema a ponto de perceber suas nuances, tal como o caboclo da roça que anda no mato instintivamente evitando seus perigos e reconhecendo os recursos de seu ambiente, o morador das metrópoles anda pelas ruas de seu meio distinguindo e avaliando centenas de possibilidades instintivamente. Basta pegar uma pessoa que viveu a vida toda num sitio cheio de horizontes verdes e soltar no meio da Av. Paulista na hora do Rush, diga a ele: "Você tem de chegar a São Bernardo do Campo em 1 Hora". O caboclo vai estranhar o ar, o cheiro, vai se sentir pequeno perto dos arranha céus, vai entrar em ruas e becos que são evitados pela maioria dos locais e talvez até peça informações pra se orientar na cracolândia. Certamente vai falar demais, porque na cidadezinha dele todos se conhecem e isso cria um "escudo", não que só existam pessoas boas no interior, mas um marginal não vai simplesmente furtar o cara que é primo do marido da tia, ou que é compadre do pai, logo o caipira fala demais, achando que ali pelo menos uma pessoa conhece alguém que conhece o cidadão...

Um sobrevivencialista exclusivamente urbano com uma boa preparação pode criar uma base muito forte na cidade, capaz de resistir a muito castigo. A grande facilidade de se contratar serviços, pesquisar preços e obter recursos baratos, equipamentos e tecnologias pode formar um castelo urbano secreto e repleto de recursos.

Não precisa ser um especialista para entender as fragilidades das metrópoles, um comum acidente de caro pode gerar quilômetros de congestionamentos e tornar a existência do vivente um inferno de buzinas, cansaço e stress, o que dizer de um evento mais abrangente, como um atentado, uma guerra ou bombardeio inimigo que quebre a infra estrutura básica, que já não é das melhores. Um bom exemplo disso, e Paulistas saberão, são os meses de janeiro/fevereiro, época das chuvas. Um evento maior geraria um caos sem precedentes nos grandes centros, e podemos falar de evacuação em massa, milhares de mortes, uma escalada de violência sem precedentes entre outros. Assim que o impacto inicial deste evento varresse como uma onda as cidades como conhecemos hoje e presumindo que o sobrevivencialista estivesse na segurança de sua estrutura preparada, sua base seria como uma ilha num mar de tubarões e ele estaria literalmente atrás das linhas inimigas como um castelo medieval negligenciado pelos invasores.


A sobrevivência está em sair ileso do golpe inicial, depois inicia-se o processo de subsistência que dependendo dos recursos preparados na base pode ser mais ou menos difícil, isso sem contar todos os perigos externos.
Viver no interior tem vantagens e desvantagens, entre as vantagens as principais são que o golpe do martelo tende a ser menor e as chances de sobreviver a um grande evento são maiores, depois vem a questão de sustentabilidade, é mais fácil conseguir agua, lenha e até comida já que é uma área tipicamente produtora por outro lado, o governo ou poder vigente vai se focalizar em restabelecer seus grandes centros onde milhões de pessoas estão e certamente todos os recursos serão direcionados. O que há de mecanismos de socorro, energia e abastecimento será desviado e é bem possível que a médio e longo prazo, na reconstrução da estrutura, a pequena cidade do interior com 12 000 habitantes estará a própria sorte e até negligenciada ou saqueada por meios oficiais em prol da maioria. Basta ponderar de onde virá a agua tratada que abastecerá a metrópole ou para onde serão encaminhados os excedentes de doentes, feridos e estropiados. Trocando em miúdos e sendo sincero sobre todas as limitações estruturais básicas das pequenas cidades, é bem possível que a época de privações nestas localidades durem mais tempo.

Sim meus queridos, eu quero realmente fazê-los pensar e extrapolar o básico das garrafas cheias de grãos, facas e filtros de agua, armas e roupas camufladas, a essência da sobrevivência urbana pode ser um cenário crítico, perigoso mas ainda assim estudado e planejado e um castelo secreto num bairro qualquer das metrópoles pode valer mais que uma famosa e ampla fazenda cheia de recursos. O mesmo sol que ilumina a braquiara, esquenta os telhados e lajes de concreto das cidades grandes.

Será que se a merda bater no ventilador, não estaremos todos, caipiras e urbanos vivendo atrás das linhas inimigas?

Abraços.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Pessoalidade em cutelaria de sobrevivência.

Lâminas de sobrevivência estão entre as polêmicas mais discutiras entre os praticantes de atividades onde sua aplicação pode vir a ser posta a prova.

Isso mesmo, pode vir a ser, porque a realidade é bem menos sinistra do que parece.
O estudante de técnicas de sobrevivência tem a tendência óbvia de se preparar antes de suas atividades corriqueiras, e este preparo envolve o estudo teórico e prático bem como a aquisição de itens que compõe seu kit.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Bunker urbano - Especulação imobiliária não é desculpa

Especulação imobiliária.

Presumo que vc more em algum lugar.
Este lugar é seu, alugado, ocupado, emprestado.... não interessa!
O conceito do bunker é um caso de escolha cognitiva a partir da ótica sobrevivencialista.

Quem já tem pode melhorar, quem vai comprar ou construir já pode "prever", que aluga pode Escolher... Enfim, partir do momento que você se insere em sobrevivencialismo, há uma mudança de paradigmas no que tange a suas escolhas e opções.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Crossbow, bestas e balestras- Balestra 80 libras.


Será que esta bestinha é totalmente inútil?

Você pode alegar com certeza que ela não serve pra nada?



Pois bem, já não sei a quanto tempo tenho uma destas, compra de oportunidade e paguei menos de 100 paus.
Até insisti no inicio em comprar as flechinhas da marca, caras e fáceis de se perder.
Novas armas, novos arcos, bestas e crossbows foram encostando cada vez mais a bestinha.



Lá vou eu e um amigo sobrevivencialista pescar em um tanque, ele com uma  Horton RECON e eu com um arco Bear, lá estavam as carpas e tilápias e cada bicada da besta era certeira, um ou outro eu acertava de arco, com bom sucesso até.

Acontece que cada tiro com este equipamento naqueles peixes, além de estourá-los, fazia com que as setas cravassem na lama e nos galhos do fundo do açude de 2m de profundidade.
Tá, queria o que? usar uma besta e um arco feitos para matar ursos de 500 lbs contra peixes de 3 kg dá nisso mesmo, a seta presa no fundo e o bicho lá, correndo de lado a outro na linha que atravessava seu corpo, ok, o peixe foi pego mas a cena é bem ridícula haha.



Outros testes e um resultado similar, a lebre fincada no chão, empalada pela flecha do hoyt foi épica, a manga que eu errei no baixio da árvore mandou a flecha a 200m morro abaixo, atrerrizando em algum ponto fora de trilha, num matagal dos infernos, e lá se vai uma EASTON carbon de 60 paus pro saco.

Só pra salientar, o equipamento é meu atiro como quiser, o meu serve pra mato o seu pra silueta e alvos pra pontuar, o que importa é, constatei que o ARCO e as super bestas, embora armas formidáveis, terríveis e precisas, não são ferramentas de diversão, exceto que vc seja filho do Bill Gates.

Processo semelhante passei com armas de fogo, no EB achava que o top era o FAL, civil abracei a 12 de corpo e alma, mais velho curti mais a .22 e hoje mesmo treinando com todas, dou 300 tiros de chumbinho pra cada munição deflagrada de 22, A12 quer saber? 4 vezes ao ano no clube de tiro por conta da documentação de translado!!!

Bom, lá estava a bestinha encostada, observei a bichinha por um tempo e fiz um teste com uma flecha doméstica rústica pra caramba.A flecha enterrou fundo no alvo a 6m mas partiu a haste... BINGO!!! Flechinhas descartáveis, feitas em casa, com finalidades específicas, usei bambú, cedrinho, pregos, EVA, pequenas laminas de serra, testei, testei, testei, tirei e anotei conclusões.
Passei pro próximo estagio, usando materiais melhores, mas ainda totalmente manufaturados em casa, fiz umas poucas setas prevendo usos mais sérios, com lâminas melhores e cada vez mais afiadas.
Calibrei mais a precisão, o curto alcance ajuda muito, a baixa velocidade deixa ver bem a trajetória das flechas deixando o tiro, mesmo com a lunetinha vagabunda com um ar de instintivo.

A linha de pesca entrou no final.
Pequena, leve, com mecanismos e manejo simples (demais), manutenção batata e com autonomia de munição........cara eu curti isso, passo horas nas pontinhas que óbvio servem para outras flechas, mas foi lá, naquele açude do sitio que veio a surpresa, a flechinha engatou na tilápia com força, firme, não destroçou o peixe nem enroscou em nada, mesmo na mira aberta a 6m vc não erra, se pensar que a pesca é meio a queima roupa, verá que 6 m é mais que suficiente.

Não vou falar dela como arma de defesa, veja as pontas, veja as flechas e imagine onde enfiar aquelas pequenas laminas.Óbvio vc não vai derrubar um cara, exceto com MUITA sorte, mas pode ganhar uma grande vantagem tática dependendo da situação ou da emergência.




 Leia mais sobre as modificações que a galera faz nesta bestinha, tem de repetição, tática, com quiver, mira laser..hahaha dá pra brincar bem e perder boas horas com ela. Há um bom acervo de vídeos no YouTube!


Sempre Alerta e preparados!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Armas : Airgun... ou chumbinho como preferirem!




Vou falar um pouco a vocês sobre a minha impressão sobre as famosas armas de chumbinho e o quanto eu julgo importante possuir estes itens nos kits sobrevivencialistas.

No Brasil o controle sobre armas também passa pelas carabinas limitando seu calibre a até 6 mm e exigindo maioridade para aquisição, o mercado oferece em larga escala o calibre 4,5 e 5,5, respectivamente  .177 e .22.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Ferramenta: UMA PÁ.

É sobrevivente, vou te contar sobre as magnificas pázinhas de 30 reais!
Óbvio que nos vídeos, são pás afrescalhadas e importadas, mas a tramontina tem a sua versão e, o trem aguenta trancos fortíssimos ( inclusive disparos de .38... me envergonho tanto disso...hehe).
Trata-se de uma baita ferramenta multifuncional, idealizada para soldados, serve para cavar trincheiras, facão, picareta, martelo, pé de cabra, serve como arma de combate, e tem uns nego que arremessam isso mortalmente:

Não parece, mas esta belezinha mesmo simples e barata já trabalhou em 2 obras e reformas que eu fiz, acampa há 4 anos com um grupo de escoteiros destruidores, cava muito bem e tem um aço irritantemente duro, que mantém o fio por muito tempo.


Claro que existem várias versões, a chinesa ( tinha que ser) é cheia de traquitanas e usos, aí vc assiste o video do cara falando sobre bushcraft e pensa: O cara alé de não usar um isqueiro bic de 2 reais diz que, se fosse pra ter um item somente pra sobreviver, seria uma faquinha modelo hunter... "é pra cabá".

Esta é a pá das forças especiais russas, com um video bem didatico:

Bacana né.
Esta é a que possuo, na ciocari custa R$ 29, 99, vende pela net e já vem pronta pra usar, vc só precisará de uma lima de enxada para amolar, ás vezes.

isso aí galera! Espero que tenham gostado



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Abrigo; Proteção/ segurança doméstica = safe room.

SEGURANÇA DOMÉSTICA

Proteção e segurança doméstica são questões que devem ser levadas em consideração quando você está resolvendo onde morar. Janelas e portas devem preferivelmente ter grades de segurança ou trancas, as portas devem ter trincos, uma corrente de segurança e um olho mágico e, se a propriedade tiver um sistema de alarme, isso também a torna uma excelente escolha.
É recomendável, se você morar em uma propriedade de aluguel, que obtenha um seguro do conteúdo do apartamento para seus pertences. Essa é uma forma de seguro doméstico que protege o conteúdo da casa. Os senhorios normalmente têm seguro da casa mas seus pertences não estarão cobertos. O seguro do conteúdo substituirá seus pertences se sua casa for invadida ou se seus pertences forem danificados ou roubados, ou se a casa pegar fogo e seus pertences forem destruídos ou danificados. O custo está em torno de algumas centenas de dólares por ano e depende do valor de seus pertences.
 Não facilite a entrada de ladrões em sua casa.  Aqui estão algumas dicas para ajudar a mantê-lo seguro em casa:
  • Se um estranho bater à porta, fale com ele através da grade da porta trancada. Não deixe um estranho entrar na casa. Verifique as credenciais de um vendedor;
  • Conheça seus vizinhos. Você saberá quem deve estar na área e as pessoas ajudarão mais se o conhecerem;
  • Não deixe mensagens na porta da frente. Isso permite que as pessoas saibam que você não está em casa;
  • Evite que embrulhos sejam deixados no degrau da porta. Se precisar que alguma coisa seja entregue enquanto estiver fora, peça para os seus vizinhos recolherem o pacote;
  • Crie um colega de quarto invisível. Mulheres que moram sozinhas podem pedir a um parente ou um amigo para gravar a mensagem de sua secretária eletrônica, como "Não podemos atender agora, por favor, deixe uma mensagem";
  • Tranque suas portas e janelas quando sair. É uma boa ideia deixá-las trancadas quando estiver em casa também, mesmo se estiver bem acima do nível da rua;
  • Quando sair, deixe um radio ou televisão ligada ou uma luz à noite para dar a impressão que você está em casa;
  • Não deixe uma cópia da chave do lado de fora da casa. Se tiver um amigo ou vizinho confiável, pense em deixar a cópia da chave com ele;
  • Não deixe as chaves do carro jogadas pela casa. Se você for roubado, o intruso pode levar o veículo também;
  • Se você comprar aparelhos elétricos caros, corte as caixas em pedaços antes de reciclar. Caixas deixadas do lado de fora de uma casa permitem que os ladrões saibam o que tem de novo na casa;
  • Marque suas propriedades com um código de identificação (como seu número de passaporte ou data de nascimento) usando um estilete ou um marcador ultra-violeta.  Você pode comprar esses marcadores agora em várias lojas de material elétrico. Produtos marcados são muito mais difíceis de vender pelos ladrões;
  • Conserve uma lista de números de série de seus aparelhos elétricos como televisores, DVD players, gravadores de vídeo, CD players, etc. No caso de serem roubados e recuperados, é maior a possibilidade de identificá-los como seus;
  • Faça uma cópia do disco rígido de seu computador e conserve-a em um local separado para reduzir o risco de perda de informações;
  • Tenha cuidado com as informações que presta a estranhos por telefone ou através de sites de redes sociais na Internet. Se não estiver em casa ou sair de férias, não disponibilize essas informações para estranhos (através da secretária eletrônica ou na página da rede social);
  • Use trincos e correntes de porta se os tiver. Se não tiver, peça ao seu senhorio ou agente imobiliário para instalá-los;
  • Se sua casa tiver um alarme, certifique-se de usá-lo;
  • Prepare um plano de fuga de emergência de sua casa no caso de situações de risco de vida, como um incêndio;
  • Assegure-se de que o número de sua casa esteja claramente visível da rua no caso de uma emergência;
  • Se ao chegar em casa encontrar evidências de um assalto (como uma janela quebrada ou trinco da porta arrombado), não entre. Você pode destruir evidências ou se colocar em perigo se o ladrão ainda estiver lá. Telefone para a polícia de um lugar seguro fora de casa; e
  • Lembre-se de ligar para 190 no caso de uma emergência.

QUARTO DO PANICO/ SAFE ROOM


Em primeiro lugar, eles costumam ser chamados de "quartos seguros", o que os fazem parecer um pouco menos dramáticos. Mas suas origens datam muito antes de qualquer filme da Jodie Foster. Senhores feudais medievais, por exemplo, usavam quartos seguros como proteção contra os confrontos. Mas será que Hollywood mostrou um quarto do pânico de verdade? Os quartos do pânico de hoje podem ter uma alta tecnologia. A maioria dos especialistas em segurança diz que com equipamentos de comunicação básicos, os ocupantes só precisam se esconder no quarto por uma ou duas horas, quando a casa é invadida.
Para entender o quarto do pânico, precisamos entender primeiro por que as pessoas precisam dele. As fortalezas mais avançadas vêm com etiquetas de preços bem grandes, então geralmente apenas os mais ricos podem comprá-las. Porém, com o aumento dos alertas terroristas e das catástrofes relacionadas ao clima nos Estados Unidos, os quartos do pânico básicos estão se tornando mais populares. Eles são construídos com materiais resistentes ao clima e possuem mascaras de gás e tabletes de iodeto de potássio para proteção contra ataques biológicos e nucleares. E alguns fabricantes afirmam que seus quartos podem acomodar famílias por um longo período - até mesmo por um mês.
Além de suprimentos básicos e uma boa fechadura, os quartos do pânico incluem uma grande quantidade de recursos, desde uma série de artilharias até um bar com bebidas e uma pia.

SEGURANÇAPRA QUE SERVE O QUARTO SEGURO

Pense no quarto do pânico como se fosse um cofre para pessoas. Em um país com comunidades cheias de grades, os quartos do pânico são fabricados para ser as opções mais modernas em segurança. Eles vão de quartos simples com portas reforçadas até minifortalezas elaboradas que protegem seus ocupantes contra ataques biológicos e nucleares, eventos cimáticos e invasões residenciais. Os quartos do pânico com tecnologia de ponta, feitos com os materias mais modernos, são mais parecidos com esconderijos luxuosos do que com porões frios.
Dependendo da quantidade de segurança que você quiser e do dinheiro que tiver para gastar, os quartos do pânico possuem uma grande variedade de recursos de segurança. Você pode reforçar um armário embutido e colocar alguns suprimentos de emergência ou construir uma outra casa dentro de sua casa.
Paredes Um quarto do pânico é basicamente uma caixa com uma abertura. Então os seis lados da caixa - paredes, teto e chão - devem ser reforçados. Você pode reforçar um armário embutido com madeira compensada se quiser um abrigo contra tempestade, mas isso não vai oferecer proteção contra invasores.

Entrada Os quartos do pânico são construídos para esconder seus ocupantes, então uma das melhores defesas é a entrada invisível. Entradas em estantes de livros e portas escondidas são escolhas populares.
A porta é o ponto fraco da caixa reforçada, então seus reforços são essenciais. Mesmo que suas paredes não estejam reforçadas com aço, é bom colocar uma porta de aço sólido. As fechaduras embutidas, que são montadas dentro da porta em vez de serem colocadas fora dela, oferecem um outro nível de segurança, assim como as dobradiças e os parafusos de aço. As ombreiras de portas feitas de aço impedem que um intruso chute a porta e consiga abri-la. Os quartos do pânico com tecnologia de ponta geralmente têm fechaduras controladas por teclados numéricos, que usam as forças magnéticas para manter a ligação entre um imã colocado na moldura e um dispositivo colocado na porta.

RECURSOS

Comunicação
É uma boa idéia deixar um celular ou um radio amador em seu quarto do pânico caso precise se comunicar com o mundo exterior. Mas se o seu quarto do pânico for muito isolado ou reforçado para que o telefone celular funcione, você pode instalar uma linha telefônica enterrada, um sistemade intercomunicação ou um botão de alarme diretamente conectado com a polícia ou com a equipe de segurança.





guns

Dependendo da finalidade de seu quarto do pânico, você pode enchê-lo de armas
Também é bom que os intrusos não ouçam o que você está falando. Deixar o quarto do pânico à prova de som impede que o intruso ouça suas conversas com a polícia. E se os intrusos descobrirem que você está no quarto, eles não vão conseguir provocar você verbalmente.
Vigilância Você deve se lembrar que o quarto do pânico de Jodie Foster tinha uma parede cheia de monitores que, de maneira dramática, mostravam cada canto da casa. O quarto do pânico típico - se tiver vigilância - tem um monitor conectado a uma série de cameras escondidas. Os quartos do pânico com tecnologia de ponta também podem utilizar câmeras com sensor de calor, então se a casa for atacada à noite, você pode verificar quem está no lugar sem ser descoberto.
Energia A maioria dos quartos do pânico é alimentado por geradores. Mas você tem de cuidar da ventilação e sempre ficar atento ao monoxido de carbono. Os geradores devem ser independentes nos quartos do pânico, o que exige mais espaço - e mais dinheiro. Nos quartos do pânico mais básicos, luzes e telefones movidos a pilha ou a manivela podem ser o suficiente.
Circulação de ar
Os quartos do pânico mais elaborados e caros têm câmaras com controle de ar, temperatura e umidade. Eles podem ter sistemas de filtragem de ar separados que protegem contra armas biológicas, e aberturas falsas para confundir os intrusos. E como um último recurso, os quartos do pânico com tecnologia de ponta podem incluir máscaras de oxigênio.
Encanamentos Mais uma vez, dependendo do quanto você pretende gastar, os encanamentos podem ser tão básicos como um banheiro portátil - ou você pode instalar encanamentos separados e um tanque séptico. É claro que é bom deixar estoques de agua no quarto (3,7 litros por pessoa para cada dia é a regra geral).
Suprimentos É aqui que as pessoas podem enlouquecer um pouco, dependendo da quantidade de dinheiro que estão dispostas a gastar. Os suprimentos são as coisas que ajudam os ocupantes a sobreviverem durante um ataque - como comida, água e equipamentos de primeiros socorros.
Os suprimentos para as pessoas abastadas podem ir bem além do básico - para manter os donos da casa ocupados com outras coisas e fazê-los esquecer de quem está roubando as pratarias, os quartos do pânico podem se tornar esconderijos de luxo com camas, bares e sistemas de entretenimento. Alguns proprietários chegam a construir dois quartos do pânico: um para os pais e outro para as crianças. Os quartos do pânico com tecnologia de ponta geralmente incluem itens como pias químicas - para remover patogênicos - e mascaras de gás.
Armas Se você construiu o quarto do pânico para proteger sua família contra o clima, encher o quarto de armas provavelmente não será uma prioridade. Mas se você acha que pode ter de defender seus interesses contra invasores armados, é provável que queira um arsenal. O spray de pimenta fica no fim da lista, e o céu é o limite para escolher o que fica no topo: Você pode deixar uma arma para cada membro da casa, por exemplo, ou instalar dispositivos de choque de alta voltagem debaixo do carpete, caso um intruso consiga entrar no quarto.





Para um quarto do pânico básico, o manual de Preparação para Emergência  recomenda os seguintes suprimentos:
  •  Alimentos não perecíveis;
  • estoque de  agua limpa;
  • kit de primeiros socorros com os medicamentos necessários;
  • lanternas e pilhas extras;
  • rádio movido a pilha e pilhas extras;
  • roupas;
  • suprimentos para higiene;
  • documentos importantes;
  • um par de óculos extras;
  • cobertores;
  • cartões de crédito e dinheiro;
  • um rolo de fita adesiva;
  • tabletes de iodeto de potássio (para evitar doenças causadas por radiação). 

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